Cartão de crédito na obra: conciliar sem duplicar lançamento
Cartão na obra é prático — e é onde o financeiro mais duplica lançamento. A confusão nasce de contar duas vezes: a compra no dia e depois a fatura do cartão.
Compra × fatura
A regra: a compra é o custo (vinculado à obra e à etapa); a fatura é só a forma de pagamento daquele conjunto de compras. Você lança as compras como despesa da obra e, quando a fatura fecha, faz a conciliação — casando as compras com a fatura, sem criar um lançamento novo de custo.
Natureza certa
Cada gasto no cartão tem uma natureza (material, combustível, alimentação) e uma obra. Classificar na hora evita o "fatura genérica de R$ 8.000" que ninguém sabe de onde veio. Cartão bem conciliado é rastreável até o item; mal conciliado, é um buraco no controle de custo.
Lançar a compra e a fatura é contar o mesmo gasto duas vezes. Concilie — não duplique.
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